Festa

Lua Cheia realiza show nacional para marcar os 35 anos de trajetória

Banda pelotense vai celebrar a data no dia 19 deste mês, dividindo o palco com o cantor Ricardinho, de São Paulo

Divulgação - DP - Vocalista Miriam Lua ingressou no grupo nos anos 90

A superbanda Lua Cheia, conhecida por balançar o público com um swing muito próprio e característico, festeja 35 anos de história e sucesso em Pelotas, no Estado e até fora do País. Para marcar a data e relembrar sua trajetória realizará grande evento no dia 19 deste mês, no Clube Diamantinos, a partir das 22h. A atração nacional da noite será o cantor Ricardinho e banda, de São Paulo.

O público que comparecer à mega festa do Lua Cheia também poderá assistir apresentações da banda Swing Entre Nós, Henry Oppelt, DJ Nenê Konfirmado e Amigos do Sereno. Os 35 anos de estrada do Lua Cheia vão marcar ainda uma homenagem ao cantor e fundador da banda, falecido em 2014, Gérson Brasil.

O Lua Cheia começou em 1988, com um grupo percussivo formado por meia dúzia de músicos, que se reuniam para tocar pagode. O encontro era no bar denominado Lua Cheia, no Laranjal, em Pelotas, daí a escolha do nome da futura banda.

Fãs do Raça Negra, Negritude Júnior, Bebeto, entre outros, após o fechamento do bar os músicos saíram do percussivo e fundaram a banda. Nos anos 90, a cantora Miriam Lua, irmã de Gérson Brasil e Bomba Lua (já integrante), ingressou na banda. Foi quando também se iniciou a parceria com o produtor Rudinei Machado, do programa Sambalanço, ao qual a história do grupo se mistura.

Com uma visibilidade maior, o Lua Cheia passou a integrar todos os grandes eventos de Pelotas e realizar a abertura de shows nacionais, entre eles Negritude Júnior, Art Popular, Raça Negra e Leci Brandão.

Lua Cheia esteve presente em diversos aniversários de Pelotas, reunindo centenas de pessoas em suas apresentações. Participou do Sambasul, em Porto Alegre, evento que contou com shows de SPC, Kantinguelê e Soweto.

Gravações

Com a fama chegou a necessidade de registrar seus trabalhos e a partir daí gravar seu primeiro CD. Intitulado Doce balanço, o disco foi gravado em Sapiranga. O segundo, com o apoio de Rudinei Machado, denominado É pra balançar, foi gravado em São Paulo, com o produtor do Art Popular, Ocimar de Paula, e com músicos como Prateado e Bocato do Trombone.

Também contou no segundo CD com a parceria de Admir Fogaça, lenda do Art Popular, na composição de duas músicas: Ela não me dá trela e Te juro, ambas sucesso da banda. No dois CDs o Lua Cheia reuniu canções de autoria.

Depois dos dois CDs vieram as gravações ao vivo. Gravou também um DVD em Pelotas, juntamente com o cantor Netinho. Participou de evento na avenida Duque de Caxias, no Fragata, se apresentando para 25 mil pessoas, e consagrou o Carnaval no Clube Gonzaga.


Carnaval e outros eventos

A história do Lua Cheia passa ainda pelo Carnaval, sendo o início de tudo com Gérson Brasil, na escola de samba General Telles. Ele foi ainda o primeiro intérprete da Xavabanda e também teve passagens pela Academia do Samba, Estação Primeira do Areal, Unidos do Fragata, Imperatriz da Zona Norte e blocos infantis.

Miriam Lua começou como intérprete em Carnaval na General de Telles, no ano de 2004 e Bomba Lua na Imperatriz da Zona Norte e Estação Primeira do Areal, na década de 90. A banda Lua Cheia viajou o Rio Grande do Sul inteiro e também para o Uruguai, onde foi uma das convidadas para representar o Estado em um grande evento, juntamente com a banda Xamego Moreno, da Bahia.

Perda de seu fundador

Em janeiro de 2014 a banda Lua Cheia perdeu seu fundador e vocalista, o intérprete Gérson Brasil. Já bastante doente, após sofrer AVCs que enfraqueceram seu coração, Gérson pediu à irmã Miriam que não deixasse o Lua Cheia parar e abraçasse todos os músicos.

E assim foi. A banda Lua Cheia não só nunca parou, como não deixou de fazer sucesso e nem de representar Gérson e todo o legado que deixou. Em todos seus shows e apresentações faz alusão e presta homenagem de reconhecimento a Gérson Brasil.

Atualidade

Gérson Brasil deixou o legado para os irmãos, Miriam Lua e Bomba Lua, que depois de terem tentado agregar outros vocalistas à Lua Cheia entenderam que era dos dois a missão de se manterem à frente da banda como cantores, com suporte dos músicos.

Semanalmente, Lua Cheia cumpre agenda de shows e eventos, sendo a única banda em atividade ininterrupta há 35 anos e com formação original. Vários músicos da cidade já passaram pela banda, mas atualmente, todos são integrantes lá do início. São eles:

Componentes

Maestro Madeira - Piston e arranjador
Mota - Sax
Wagner Nunes - Trombone
Renatinho - Percussão
Paulo Cardoso - Bateria
Du Vieira - Viola e compositor
Bomba Lua - Voz
Miriam Lua - Voz

Cantor Ricardinho

O cantor Ricardinho tem seis CDs gravados, três DVDs e uma história no pagode nacional. Embalam sua carreira hits como Uma Chance, De volta para você, É geral, Fazendo Falta, entre tantos outros que marcam sua carreira.

Serviço

O quê: Baile dos 35 Anos do Lua Cheia
Quando: 19 de agosto, a partir das 22h
Onde: Clube Diamantinos

Ingressos
Podem ser adquiridos na Mix Celular, rua Andrade Neves, 1934 - loja 1. Valores:

Arena - 30,00
Front vip - 40,00
Open Bar - 120,00
Mesas - 200,00 para quatro pessoas

* lotes viram quarta-feira, dia 16
* Copos e camisetas do evento pelo (53) 98100-1239


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